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Causa Palestina - perguntas ao Prof. Padre Frizzo - português e inglês

Desde sua criação, há 75 anos, segue de modo sistêmico a ocupação dos territórios palestinos.

O atual conflito entre Palestina e Israel é mais uma volta nessa espiral de violência, onde se jogo os interesses norte-americanos. Veja a entrevista.

 

Perguntas para Professor do ITESP: Conflito entre Israel e Palestina[1]

 

1. Diante do recente ataque do Hamas a Israel, como você avalia o papel do Ensino Superior, em especial o ITESP, na promoção de discussões e compreensão mais aprofundada sobre o conflito entre Israel e Palestina?

              O ensino superior tem como essência ser uma instância crítica da sociedade. Não se faz e muito menos se ensina teologia no ITESP para repetir, de modo uníssono, as afirmações de um “Manual de Teologia”, do Catecismo Católico ou desta ou daquela teóloga ou teólogo. Nenhum ensino é estático. Não está parado em um determinado espaço e tempo histórico. O dinamismo histórico se impõe, nos envolve e nos sustenta no agir numa determinada realidade. A história não acabou. No uso de um conceito teológico, afirmamos que o Espírito é sempre novo e cada vez mais nos envolve na tarefa de humanizar o mundo e nele edificar os sinais do Reino.

Em relação ao conflito Israel e Palestina, essa criticidade considera toda mudança geopolítica ocorrida, após a segunda guerra mundial. A partir de 1945, as forças econômicas e políticas se dividem em dois cenários. De um lado, o bloco comunista, liderado pela ex-União Soviética e seus países aliados. Pelo lado do capitalismo, a predominância dos interesses dos Estados Unidos se impõe ao longo dos anos. É justamente, após esses anos trágicos da história (1939 a 1945) que culminou com a morte e desaparecimento de cerca de 70 a 85 milhões de pessoas, a criação do Estado de Israel.

Findada a II Guerra Mundial, o mundo conhece as atrocidades impostas ao povo judeu. Já, debaixo de uma real ditadura e veneração por seu representante maior Adolfo Hitler, um pogrom é instaurado a partir do dia 10 de novembro de 1938, quando sinagogas, lojas e  logradouros judeus foram atacados e incendiados. A partir dessa noite, conhecida como Noite dos Cristais, a perseguição, aprisionamento e deportação serão implacáveis ao cidadão judeu. Uma verdadeira máquina de extermínio é organizada pelos nazistas alemães, os campos de concentração construídos, todos na Polônia, nas cidades de Auschwitz-Birkenau, Treblinka, Belzec, Chelmno, Majdanek e Sobibor são usados para matar pessoas.




A proclamação da criação do Estado de Israel, no dia 14 de maio de 1948, pela Assembleia Geral da ONU, quando o cargo de Secretário Geral foi exercido pelo diplomata brasileiro Oswaldo Euclides de Souza Aranha, conhecido como Oswaldo Aranha, impôs a divisão da Palestina em dois Estados. Estaria, assim, alcançado, finalmente os ideais do movimento, mundialmente conhecido, pelo nome de sionista. Voltar a residir nas montanhas e vales de Sião, onde está edificada a cidade de Jerusalém. Voltar para o lugar de onde foram expulsos e proibidos de frequentarem, por ordens do general romano Adriano, após a segunda guerra contra Roma, no ano de 135 d.C.

Evidente que a reação dos palestinos residentes na região, há mais de 11 mil anos, somadas aos demais países árabes, foi rápida e de maneira beligerante. Uma pequena região, com as mesmas proporções do nosso Estado de Sergipe, deverá abrigar dois povos, duas nações, por um decreto internacional? Eis algo impossível e inimaginável ao povo palestino. A guerra, opção adotada por árabes e israelenses, segue vitimando milhares de pessoas e sem perspectivas de um acordo duradouro.

Cremos que os fatos ocorridos a partir do dia 7 de outubro, quando membros do partido político Hamas invadiram o kibutz Be’eri, assassinando 130 pessoas e, simultaneamente outros vilarejos vizinhos, só podem ser compreendidos dentre de uma espiral de violência que persiste há 75 anos de conflitos e deixaram para trás milhares de mortos de ambos os lados. Anote:

  • Guerra civil de 1936-39, quando árabes palestinos se opõem aos grupos de imigrantes sionistas;

  • Guerra civil de 1947-48, tropas britânicas não conseguem evitar o conflito armado entre israelenses e árabes;

  • Guerra de 1948-49, ano do registro entre a conhecida primeira guerra entre árabes-israelenses. A união dos países árabes, formada por Egito, Jordânia, Líbano, Síria e Iraque é derrotada pelo exército de Israel;

  • Guerra de Suez (outubro de 1956) envolver Israel, Egito, França e Grã-Bretanha;

  • Guerra dos seis dias, ocorrida em junho de 1967. Após a vitória, o governo de Israel ocupa a Cisjordânia e Jerusalém Oriental, a faixa de Gaza e as colinas de Golã, então território sírio;

  • Guerra do Yom Kippur ou do Ramadã (outubro de 1973), entre Israel, Egito e Síria;

  • Invasão israelense do Líbano, ocorrida no ano de 1982;

  • Intifada (1987-91), acentua a resistência da população palestina contra a ocupação dos territórios por israelenses;

  • Nova Intifada, o movimento da II Intifada começa em 2000, após a visita do líder direitista Ariel Sharon, em companhia de centenas de soldados, e tido pelos árabes como responsável pela chacina de Sabra e Chatila, visitar o Monte do Templo e impedir que árabes rezassem na Mesquista de al-Aqsa. O conflito se estenderá por cinco anos.

2. Considerando o contexto histórico do conflito entre Israel e Palestina, de que maneira o Ensino Superior pode contribuir para uma análise crítica e reflexiva sobre as tentativas de resolução e os impasses envolvidos?

 Existem duas maneiras de compreender o conflito. Olhando de fora, vendo como um “turista” a guerra dos outros, percebe-se a existência de duas correntes ideológicas. A posição rejeicionista acentua, por ambas as partes, ou seja, árabes e palestinos, total rejeição de convivência social. Porém, também de ambos os lados, àqueles que trabalham por uma proposta identificada como acomodacionista. Ou seja, a existência de dois Estados independentes tendo como capital a histórica cidade de Jerusalém, cidade sagrada para árabes e israelenses. Há grupos, esses bem minoritários,  que acenam para uma terceira via:  um estado democrático e multiétnico constituído por todos os cidadãos, com direitos a votos – inclua-se árabes israelenses, israelenses e árabes palestinos – elegeriam um parlamento e seu primeiro-ministro. Claro, que tudo isso sobre a vigilância dos organismos internacionais e países historicamente envolvidos nos conflitos. Impossível? Diria que não. Impossível é seguir com a mesma política, adotada desde 1948 de ocupar, ocupar e ocupar os territórios palestinos.

Quando pergunto aos amigos israelenses e palestinos sobre um processo de paz duradouro todos acenam para um estágio de convivência entre eles. Os cidadãos comuns – operários, professoras, intelectuais – são desejosos de um clima harmonioso entre eles. Ninguém deseja morar no inferno.  Claro que não devemos ignorar os interesses bélicos direcionados para a região. Não somos ingênuos. A indústria bélica sobrevive de fazer guerra. Pode nos parecer loucura, mas guerra dá muito lucro. Movimenta trilhões de dólares na Bolsa de Nova York.

Todos percebem que os Estados Unidos vêm jogando uma cartada decisiva para construir o projeto de superpotência mundial. Para este projeto se realizar, a região da Palestina e Israel exercem um papel geográfico-militar de suma importância. Todos os últimos presidentes americanos, desde os anos da Guerra no Vietnã (1955-75), tiveram um conflito ou uma guerra para chamá-lo de “sua guerra”.



Do outro lado, observe a estratégia do governo Vladimir Putin! É totalmente beligerante. Leva adiante o desejo de reorganizar, a qualquer preço, a ferro e fogo, o velho Império Russo do século XVIII, implodido pela revolução de 1917. Trata-se de um verdadeiro serial killer. Nosso século XXI, se não mudarmos a rota pela via democrática, ficará para a história como o século em que o mundo foi governado por mãos assassinas. Assistimos a guerra na Ucrania, na Palestina. No continente africano, formado por 54 nações, acontece, agora, conflitos armados em 24 países. Sem contar a onda crescente das ideologias e políticas anti-humanista que se alastram pelo mundo. Eis uma realidade que impõe análises à ciência e, na qual, inclui a teologia.   

Não estou enganado, mas um espaço de ensino superior não pode ignorar essa onda de discursos racistas, aporofóbicos, machistas, xenofóbicas e, sem nenhum respeito ao meio ambiente, que pairam sobre nós e tão rapidamente disseminados mundo a fora pelas novas tecnologias digitais. Tudo vira mercadoria, tem um preço e tempo de validade. Creio que o alerta do papa Francisco – um dos poucos líderes mundiais interessados realmente pela paz – ser muito oportuno: “Ou nos salvamos todos ou todos morreremos”. Não existe um outro planeta para morarmos.

Vale lembrar que em abril de 1963, o então papa João XXIII denunciou veementemente a expansiva corrida armamentista imposta pelas grandes forças políticas, em um texto provocadamente intitulado Pacem in Terris “Paz na terra”. Sobre a corrida armamentista alude o documento: “Costuma-se justificar essa corrida ao armamento aduzindo o motivo de que, nas circunstâncias atuais, não se assegura a paz senão com o equilíbrio de forças: se uma comunidade política se arma, faz com que também outras comunidades políticas procurem aumentar o próprio armamento”.


3. Como o ITESP pode abordar, em suas disciplinas, a complexa relação entre política e religião no conflito israelo-palestino, considerando a influência de aspectos religiosos nesse cenário?

A religião tem um papel importante em todos os rincões do planeta. Nessa parte do mundo, ainda mais. Afinal, somos todos descentes do patriarca Abraão. Judeus, muçulmanos e cristãos tem uma ligação um tanto “umbilical” com as tradições religiosas originais dessa parte do mundo.

Estou convencido de que o fundamentalismo religioso é um fator responsável por essa interminável espiral da violência, em muitos lugares no mundo. Não se esquivando do tema da entrevista, recordo que fiquei estarrecido ao ver grupos de católicos organizados, diante de quarteis e postos militares, rezando o terço, com a imagem de Nossa Senhora nas mãos pedindo intervenção militar, nos meses que antecederam ao 8 de janeiro, quando uma turba invadiu e destruiu a sede dos três poderes, em Brasília. Depois, na condição de padre, procurei alguns para conversar sobre o significado de sustentar o acampamento e percebi que elas estavam convencidas de que uma divindade, que chamavam de deus, estava intercedendo e abençoando tal gesto de insanidade. O fenômeno religioso manipulado leva as pessoas à loucura coletiva. Não há religião que justifique gestos ou ideias violentas. Uma ação militar, um atentado suicida ou mesmo uma guerra e rotulá-la de “santa” ou “desejo divino” é instrumentalização da religião. É muito tênue a linha divisória entre demência e sanidade religiosa. Não existe e nunca existiu “uma guerra santa”. Toda guerra é fratricida e só interessa aos construtores de armas.

Maomé, Jesus, os profetas e profetizas bíblicos jamais propuseram a guerra como solução. Pelo contrário. A paz deve se impor por atitude da justiça e do direito. Ninguém chega a conhecer o ser de Deus sem conviver com o próximo. O próximo é teu irmão. A imagem do Deus que você acredita você encontra no rosto da irmã e do irmão.  A ultima e boa definição de quem é Deus, nos a encontramos num escrito do século I (d.C.). Na força da palavra João define que “Deus é amor e quem não ama não conhece a Deus” (1Jo 4,16.8).

No século VIII (a.C.) os profetas denunciaram a violência sistêmica dos imperadores. “Ai daqueles que juntam casa com casa e emendam campo a campo, até que não sobre mais espaço e sejam os únicos a habitarem no meio da terra” (Is 5,8). Outros profetas, do mesmo período, como Amós, Oseias e Miqueias tecerão profecias conclamando os reis e as autoridades religiosas a terem como metas a prática do direito e da justiça aos estrangeiros, órfãos e viúvas (Am 5,21-25; Mq 3,1-4; Os 4,4-10). Na pregação de Jesus os que se empenham na edificação da paz são chamados de “filhos de Deus” (Mt 5,9).

Os textos de toda a Bíblia – Primeiro e Segundo Testamento – podem ser lidos de muitas maneiras. Para isso, basta um simples olhar para a vida e morte de Jesus. Sua condenação ao assassinato se deu justamente por pessoas, que como ele, liam os mesmos textos, rezavam os mesmos salmos, frequentavam as mesmas festas e sinagogas. Os sacerdotes da época fizeram todo e qualquer artifício político para condená-lo, no desejo último de preservar seus poderes nas instancias de poder, na Jerusalém da época. Jesus sofre a violência e morte na cruz, como uma vítima expiatória, por interesses da elite sacerdotal atrelada ao controle do templo e benécias recebidas da parte dos imperadores romanos.

A religião de Jesus teve como finalidade servir os pobres, os coxos, as mulheres, os doentes, pois Deus nos quer irmanados. A religião praticada pelos sacerdotes, pelo contrário, atrelados aos interesses imperialistas romano, teve por base explorar o povo e manter seus privilégios.


4. No que diz respeito à presença do Hamas e suas ações recentes, como a academia, por meio do Ensino Superior, pode esclarecer e contextualizar os estudantes sobre as dinâmicas desse grupo e suas ramificações no conflito?

Esta pergunta não procede. O Hamas não é uma célula terrorista e, muito menos, deseja exportar seu modo de fazer política. Aqui é preciso deixar claro, que o Hamas não agiu de uma hora para outra. Como já disse, são 75 anos de imposição, a ferro e fogo, dos planos sionistas na região. Há 75 anos os palestinos seguem sendo tratados como pessoas de segunda categoria. Não há nenhum respeito pela cultura árabe palestina. O modo paternalista, como são tratados pelos governos israelenses, acaba aumentando mais a desconfiança e o ódio.



A comunidade palestina é economicamente dependente do governo de Israel. Oportuno realçar que todo o sistema de água, eletricidade, telefonia e transporte disponível nas cidades palestinas é oferecido por Israel. Do ponto de vista de trabalho, a grande maioria dos palestinos sobrevive de serviços prestados às famílias israelenses. O estado palestino não tem dinheiro suficiente para ser independente. A continuidade entre os territórios está inviável, mediante as ocupações de colonos israelenses. Não é nada fácil ser palestino residindo na Palestina. Os palestinos vivem num regime de clausura. Tudo é controlado. Por todos os lados existe um  check point – posto de controle – sempre coordenados por jovens soldados, mulheres e homens, nada gentis quando tem diante de si uma cidadão palestino.

Há décadas não se constrói uma vila árabe, quando o processo de ocupação dos territórios palestinos segue sendo um plano de política pública. Mesmo em governos de esquerdas, como de Ehud Barak, as ocupações continuaram. Nunca pararam. Eis um tema, no meu modo de análise, essencial para uma retomada de negociações, mesmo após essa agravante onda de violência em Gaza.

O acordo de paz, como foi o de Oslo, assinado em 1993, como ampla divulgação nas grandes mídias levando os líderes Yasser Arafat – presidente da OLP (organização para a libertação da palestina) –, Yitzhak Rabin – primeiro ministro de Israel – e  Shimon Perez – presidente de Israel a receberem, em 1994, o prêmio Nobel da Paz, não foram levados adiante por Israel, em comum sintonia com a estratégia estadunidense. Se esse conflito colocar em dúvida a reeleição do presidente americano, de um dia para o outro, os bombardeiam acabam. A política americana, no xadrez da politica internacional, controla e movimenta as peças do jogo. De onde vem as armas e todo arsenal bélico forças armadas do Egito e Arábia Saudita, dois importantes países diretamente implicados à causa palestina, dos Estados Unidos.

            De volta ao Hamas, tema da pergunta, creio que a ação do dia 7 de outubro, vitimando civis e prendendo reféns foi violenta. Mas aos olhos de quem planejou, a ação fez reacender no mundo a causa palestina. Não precisa ser especialista em estratégia militar para prever que a reação do governo de Benjamin Netanyahu seria violenta. Fortes e grandes manifestações populares contra seu governo estavam em marcha. Seu cargo de primeiro-ministro estava balançando. A ação do Hamas “caiu como uma luva” para mantê-lo no cargo. Por anos, com a própria anuência de Natanyahu, milhões de dólares oriundos do Catar sustentaram as políticas do Hamas em Gaza. Não é por desejos divinos que o Catar e Estados Unidos negociam ou não a libertação de reféns e ajudas humanitárias às vítimas em Gaza.  É nesse cenário da política internacional e a sorte de Gaza é decidida.

            Passado mais de três meses de real bombardeio em Gaza, o mundo assiste, pela primeira vez, um genocídio pelas redes digitais. O gesto do governo da África do Sul, junto à Corte Internacional de Justiça da ONU, de que há um genocídio étnico contra os palestinos tem apoio de mais de 60 países – inclusive o governo brasileiro – acena para a possibilidade de alguém impedir a continuidade de mortes de civis inocentes com base na convenção de Genebra (1977), Israel segue promovendo:

  • Mortes indiscriminadas de pessoas: crianças, mulheres;

  • Mais de 107 jornalistas assassinados, quando estavam a serviços de suas emissoras de rádio e tv;

  • Destruição de mais de 355 mil residências, mesquitas, hospitais, escolas e, até mesmo a universidade foi destruída;

  • Há mais de 21.110 mil mortes, entre elas 7.729 crianças;

  • Os danos físicos e mentais são imensuráveis;

  • O controle de abastecimento de água, energia elétrica, alimentação tem provocado a sensação de capacidade de sobrevivência;

  • Transferir crianças desses grupos para outro local de forma forçada.

Agora é inverno na região. Onde mais de 2 milhões de pessoas buscarão abrigos para sobreviver no rigoroso frio?  Cadê suas casas? Sabe-se que a chegada de um veredicto vindo de Haia irá demorar. Se for condenado, o governo de Natanyahu, que já desqualificou a denúncia, não parará os bombardeios, pois será apenas mais uma condenação, como tantas outras já acontecidas. Quem pode fazer parar o conflito? Manifestações, mundo afora, reúnem milhões pela causa palestina e condenam o governo de Israel por genocídio, após longos anos de apartheid social. A pressão popular tem força. Apesar do gigantesco lobby, esse conflito acena vitória ao povo palestino e, quem sabe, diante de uma ameaça de derrota nas próximas eleições, Joe Biden levante a hipocrisia da bandeira branca e “ajuda humanitária” aos palestinos, mesmo, contrariando os interesses da Bolsa de Valores de Nova York.



Veja a versão em inglês [see the English version]:

Israeli-Palestinian conflict with Prof. Dr. Antonio Carlos Frizzo
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[1] Nos anos de 1996 a 2000, Prof. Frizzo fez seus estudos na Universidade Hebraica e no Instituto Pontifício Ratisbonne, em Jerusalém. Doutorado pela PUC-RJ, 2009, e tem participado das escavações arqueológicas, em Meguido (2018 e 2022), com a direção do prof. Israel Finkelstein.  Leciona no ITESP e é assessor do Centro Bíblico Verbo.





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